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Acordar é broxante.
E falo mesmo. Ainda mais quando se estuda, ou no meu caso, vai na escola para ficar coçando o saco a manhã inteira e não aprender absolutamente nada. E é exatamente sobre isso que vou falar hoje, minhas manhãs, que começam na cama (ui).
Estou em uma cama menor que eu, dormindo. O motivo dela ser menor que eu é uma coisa loira chamada “minha irmã loira”, que na verdade não é nem minha irmã, e sim a filha da madrasta-que-esta-sempre-de-TPM, o que deixa tudo isso ainda mais putice do meu pai. Querido leitor, tire a mão do saco e tente entender comigo a lógica da situação, que vou organizar em tópicos para deixar ainda mais claro.

-Puberdade aparece e me deixa maior

-Eu não caibo mais na minha própria cama.

-Minha irmã precisa do novo ônibus trailer condomínio barraco rosa-choque da barbie

-Eu continuo não cabendo na minha cama.

Fica impossível de não compreender com tópicos organizados.
Mas não vou me desligar do assunto, então, resumindo nos mínimos detalhes essa minha atividade matinal: Estou nessa cama minúscula, completamente encolhido. Aquela babinha sexy no canto da boca, e aquela poça densa que se acumulou pela noite boiando no canto da cama, totalmente no escuro, e morrendo de frio.

O motivo de eu estar sempre morrendo de frio quando acordo, é porque meu cobertor/lençol/aquelesemilençolfinoqueprendenacamaqueeunãoseionome sempre acaba no chão, do outro lado do quarto. Como, e por que isso acontece toda manhã? Nem a física explica. A única explicação razoável são duendes. De paraquedas. Do mal.
E é com frio que eu acordei hoje, pensando comigo mesmo por que hoje é segunda, e não sábado. E com esse pensamento, eu voltei a dormir, o que resultou no meu pai berrando no corredor porque faltava 10 minutos pra aula e eu ainda tava dormindo.

Mesmo com a berração, fui me encaminhando pra fora do quarto com calma e tranquilidade, nem conseguindo abrir os olhos por ter dormido 4 da manha e acordado quase 7 horas. Essa falta de visão foi um aviso que meu dia não ia começar bem, já que acabei tropeçando na bosta do trailer cor de rosa no corredor e ido de testa na porta do quarto da minha irmã.

Brinquedo filho da puta.

E é com essa frase que eu percebo como falar da minha manhã é algo super chato, e como esse post ficou uma merda, mas que não faz diferença alguma, já que ninguém lê isso aqui.

Posts melhores virão.
Ou não.
Provavelmente não.

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6 Comments

  1. First!
    Ou não.
    Provavelmente não.

    • lmagno
    • Posted 19/04/2010 at 23:22
    • Permalink

    LOL Bom post. Devo dizer que aprecio o leve erotismo sempre presente em seus posts.

    • Gabriel
    • Posted 19/04/2010 at 23:44
    • Permalink

    Hahahaha Muito foda sua amanhã eim.Adorei seu Blog *-* Escreva mais.

  2. pelo que li nos ultimos dois posts, você parece não ter uma relação muito boa com seu pai.

    Bom blog, gostei dos posts. favoritei e acompanherei sempre que possível.

  3. eu estou curtindo demais a sua escrita – parabéns!! não sei o que é um trailer rosa choque, deve ser uma cacetice matinal!

  4. “Brinquedo filho da puta.”
    MELHOR PARÁGRAFO DISPARADO


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